...Talvez como em nenhuma outra época, será necessário que invoquemos e exerçamos as potências do pensamento - a arte, a filosofia, a ciência - para que possamos, como queria o filósofo Friedrich Nietzsche, ser uma ponte entre o primata e o além-do-homem. –Luiz A. Oliveira*
A verdadeira amizade é a energia que potencializa a vitalidade dos que persistem e realizam seus sonhos, parafreseando o filósofo Aristóteles - o homem feliz precisa de amigos- acrescento, precisa de amigos que estejam dispostos ao dialogo e se fazem presentes.
A verdadeira amizade é a energia que potencializa a vitalidade dos que persistem e realizam seus sonhos, parafreseando o filósofo Aristóteles - o homem feliz precisa de amigos- acrescento, precisa de amigos que estejam dispostos ao dialogo e se fazem presentes.
Quando em terra estou mar, quando em águas aprofundo-me, sou peixe e lama, das profundezas d´oceano, alço-me ao céu, alada ardo em chamas, retorno em cinzas, pedra pó...Por amizade retorno outra vez ao mar e, os devires levam-me além mar...
Aos desalinhos fundamentais da cortina das galáxias encontro amparo, quando uma ferrenha estupidez quer ocupar meu espaço particular. Vencer o fascistazinho que nos habita é crucial, este quer determinar o indeterminável, nomear o inominável, organizar definitivamente o indefinível, múltiplo em ebulição, agarrar e domesticar o vento e os sentimentos e, mais insano que a loucura quando em êxtase, que proclama verdades advindas de outras paixões.
Sou tantas e sei também és e, se leio e compreendo o Poema Zen- As palavras não fazem o homem compreender, é preciso fazer-se homem para entender as palavras – vôo além para estar aquém e reencontrar a poção humana que me coloca em harmonia entre demandas e orgias.
Creio na amizade à vida, sobretudo, esta que pulsa no corpo, que encontro sinuoso e despido, pois assim o vejo; inocente a balbuciar afetos em bolhas de saliva virgem.
Entre as loucuras escolho a que vocifera e, sabe guardar, ainda um caldo de silêncio comovido.
Sou tantas e sei também és e, se leio e compreendo o Poema Zen- As palavras não fazem o homem compreender, é preciso fazer-se homem para entender as palavras – vôo além para estar aquém e reencontrar a poção humana que me coloca em harmonia entre demandas e orgias.
Creio na amizade à vida, sobretudo, esta que pulsa no corpo, que encontro sinuoso e despido, pois assim o vejo; inocente a balbuciar afetos em bolhas de saliva virgem.
Entre as loucuras escolho a que vocifera e, sabe guardar, ainda um caldo de silêncio comovido.
*físico Cosmólogo CNPQ
virgínia fulber é terapeuta e além mar Poeta del Mundo e membro da AVBL, coordena o canal de filosofia do Espaço Ecos Portal VMD

Cada vez mais me encanto com as belas palavras. Como me emociono!
ResponderExcluir"As palavras não fazem o homem compreender, é preciso fazer-se homem para entender as palavras "
Não precisa dizer mais nada né querida.
bju otimo sábado
Maga para Maga..rs
Virgínia além mar...poeta Iluminada!!!
ResponderExcluirEntre as tuas palavras e o silêncio está o meu
assombro por tão Magnífica Crônica!!!
As energias vibram...a alma dança...
e eu fico entregue as sensações diante essa tua
sinfonia cósmica minha escritora preferida
Sem exageros...És uma fênix em poesia !
Consegues ir além da magia de uma verdadeira
amizade querida Amiga Virgínia!!!!
Transcendes com intensidade o além do bem querer
Guardei essa frase na alma... pois é MAGNÍFICA !!!
"Entre as loucuras escolho a que vocifera e, sabe guardar,
ainda um caldo de silêncio comovido."(Virgínia além mar)
beijinhos em gorjeios de andorinha da Li agradecida e
feliz por estar perdida nessa tua bela inspiração!!!
queridas Marcia e Eliana, muito obrigada pela leitura sensível e pela disponibilidade em comentar a crônica devaneante.
ResponderExcluirabraços harmonicos da também amiga virgínia
Alma grande tem você amiga querida Virgínia Fulber,
ResponderExcluirQuando menos esperamos, estamos recebendo o teu carinho com este verso tão majestoso:
/... Quando em terra estou mar, quando em águas aprofundo-me, sou peixe e lama, das profundezas d´oceano, alço-me ao céu, alada ardo em chamas, retorno em cinzas, pedra pó...Por amizade retorno outra vez ao mar e, os devires levam-me além mar.../ Quando em terra estou mar, quando em águas aprofundo-me, sou peixe e lama, das profundezas d´oceano, alço-me ao céu, alada ardo em chamas, retorno em cinzas, pedra pó...Por amizade retorno outra vez ao mar e, os devires levam-me além mar...
Virginia além mar/
Manamiga, por tão linda inspiração, cheguei a conclusão que se estiveres em oceano, em terra firme ou agarrada ao céu, estarás ao meu lado. Porque em tua aventura, entendes o silêncio e a ausência do amigo, quando este se recolhe as suas venturas e estas, divides com o amigo.
Vim trazer a ti um abraço bem apertadinho, caloroso e cheio de amor.
Tu és uma grande escritora. Parabéns querida amiga.
Beijos carinhosos,
Socorro
querida mestramiga Luminosa Luciana, muito obrigada por tua leitura, tempo e generoso comentário, sim estarei sempre contigo em palavras e silencios , compartilhando venturas e procurando desvendar desventuras...
ResponderExcluircomo rios singramos ao mar minha irmã em letras e amores por jardins, abraços de amor e admiração tua virgínia