segunda-feira, 24 de maio de 2010
TIQUE-TAQUE
Hoje escutei o barulho do tempo
O tique-taque implacável, sem fim
Que revela meus fardos insuportáveis:
As inúmeras pedras do caminho.
Está tudo ali, num canto da memória,
O tempo com seus ponteiros imperceptíveis
Chuta pro esquecimento o imperdoável
As dores encostadas nas paredes da alma
descoram e os sorrisos me acalmam
Meio que em paz, tento lembrar o suficiente
Pra me fazer tocar a vida
As sensações, o gozo, o delírio dos voos
O frio na barriga dos amores perfeitos
As janelas que abri inda agora
Rescenderam um breve perfume de jasmins.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA PAQUETÁ NO RIO DE JANEIRO
sábado, 15 de maio de 2010
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