segunda-feira, 25 de julho de 2011

Aos Escritores queridos em seu dia

Aos Escritores queridos em seu dia
Na década de 60 João Peregrino Júnior e Jorge Amado realizaram o I Festival do Escritor Brasileiro, organizado pela União Brasileira de Escritores, onde os dois eram presidente e vice-presidente, respectivamente a partir deste evento passou-se a comemorar no Brasil na data de 25 de julho o Dia do Escritor.
O Escritor é um artista que expressa através da arte da escrita, melhor dizendo da Literatura. Existem escritores célebres, outros nem tantos, ainda outros desconhecidos.Como em todas as artes há amadores, dentre estes alguns não tem suas obras publicadas e mesmo se as tem não fazem desta arte um ofício.

A Literatura além de ser fonte de conhecimento e encantamento é ponte entre os homens.

A Música é a linguagem universal e quando acompanhada pela voz humana( anteriormente texto escrito) remete-me à grandiosidade da Ópera manifestação artística que me fascina.

Muitos Escritores que jamais vi, foram e são ainda alguns de meus melhores companheiros, suas palavras me afetam e afetaram profundamente e a estes sou eternamente grata.

Á vcs. queridos Escritores desejo muita inspiração e que continuem a transpirar e embelezar nossas vidas com obras científicas, de ficção,romances, dramas, comédias, obras filosóficas, enfim documentários, testemunhos de vida enfim.

Desejo congratular-vos pela potência de vida que há em cada obra e deixar registrado meu mais sincero agradecimento e um presente :

Uma área da Ópera Madama Butterfly interpretada pela Diva Maria Callas ( Un bel di, vedremo) ( ouvir ) de Giacomo Puccini, baseado no drama de David Belasco, o qual por sua vez se baseia numa história escrita pelo advogado americano John Luther Long.
Estreou no teatro Scala de Milão em 1904.
afetuoso abraço, virgínia

sábado, 23 de julho de 2011

Revista Tempo Brasileiro publicou tele - entrevistas da comunidade Discutindo Literatura

A revista Tempo Brasileiro publicou uma seleção das tele-entrevistas da comunidade Discutindo Literatura. Este número foi organizado pelo poeta/crítico e professor Pedro Lyra.







Agradeço a participação de todos os membros da comunidade, especialmente agradeço aos tele-entrevistados, e ao Pedro, claro!



Site da revista:



www.tempobrasileiro.com.br



Boa leitura!



Um abraço

quinta-feira, 14 de abril de 2011

TUDO O QUE TENHO LEVO COMIGO

TUDO O QUE TENHO LEVO COMIGO

5 ANOS DA POEMAS NA CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE


Evento da Poemas à Flor da Pele,
na Câmara Municipal de Porto Alegre,
dia 29 de abril, às 19h



Marca o aniversário de 5 anos da Poemas à Flor da Pele,
Grupo que faz sucesso em todas as redes sociais.


Inicialmente acontece uma Mesa Redonda com Marcelo Spalding, do Site Artistas Gaúchos e Jorge Duarte Barbosa, Mestre de Literatura, sobre o tema “A poesia no mundo virtual”. Os autores foram convidados por serem exemplos de respeito à cultura e prestigiar sempre as atividades do grupo.


Após o debate rola o Sarau com apresentações musicais de Marco Araujo (diretor de eventos da Poemas), Marcos Assumpção, carioca, que canta Florbela Spanca, as performances de Marcos Bahrone (coordenador de teatro do grupo) e das bailarinas Cigana (coordenadora de dança) e Pátia Mihr.

Estão previstas, presenças de amigos, de todo o Estado, colaboradores, escritores e poetas gaúchos, entre eles, Ana Luiza Conceição (diretora nacional), Benedito Saldanha, da ALA/POA e do Parthenon Literário, Ernesto Braga (conselheiro), Iára Pacini, Marcinha Martins (diretora geral), Maria Clara Segobia, do Instituto Cultural Nelson Fachineli, Oiára Bittencourt, Rogério Guaraldi (conselheiro), Rosa Mel, Sandra Antonioli (diretora de comunicação), Tania Platechek e Vany Campos.


A Poemas à Flor da Pele, criada em 2006, no Orkut, é um grupo aclamado no país e fora dele, pelas atividades artísticas e culturais que realiza. Já lançou 3 antologias em Bento Gonçalves, durante os congressos de poesia, na Livraria Cultura e Feiras do Livro, em Porto Alegre e, também, em eventos realizados em outros estados, com centenas de autores brasileiros, inclusive, que moram na Alemanha e Suiça, e com autores de Portugal.


Criou coletâneas infanto-juvenis com o grupo, e a cada aniversário lança um e-book de arte e poesia, verdadeiras preciosidades divulgadas na internet e concursos temáticos e livres na comunidade do Orkut.


Os representantes da Poemas, espalhados pelo Brasil afora, já fizeram saraus e lançamentos das antologias em Brasília, Belo Horizonte, Cotia – SP, Coroatá – MA, Paquetá - RJ e nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.


O sarau especial de aniversário tem o apoio da Câmara Municipal da cidade, Academia de Letras e Artes de Porto Alegre, Parthenon Literário e instituto Cultural Nelson Fachineli. No dia 14 de maio, realiza, ainda, um jantar comemorativo, no Clube Sindaf, às 20h, com entrega de troféus aos destaques culturais da arte, música e literatura, ligados à Poemas, do Estado do Rio Grande do Sul e, também, de Alagoas, Espírito Santo, Rio de janeiro e Santa Catarina.

Mais informações sobre os eventos:

heisoninha@gmail.com



Sarau de 5 anos da Poemas à Flor da Pele
Dia 29 de abril, às 19h
Sala Glênio Peres, Câmara Municipal
Av. Loureiro da Silva, 255 – Porto Alegre
Entrada Franca


Informações para a imprensa:


Soninha Porto
51-82230759
heisoninha@gmail.com

sexta-feira, 1 de abril de 2011

De volta àquela casa


De volta àquela casa

Sim, voltei ao velho casarão da Rua 21... Voltar lá, ultimamente, virou rotina. Vou lá sempre que chamado, e algumas vezes até sem ser chamado! E revendo uma entrevista de José Alencar, horas após ele ter se encantado e viajado a chamado do Criador, ele disse ter ouvido do pai quando saiu de casa para trabalhar, ainda adolescente,; era algo como “ao sair de qualquer lugar, faça-o com a certeza de que poderá voltar”. Lembrei-me das minhas escolas. Sempre que vou ao Rio de Janeiro, dou um jeito de voltar ao Colégio Pedro II; sempre que tenho uma razão, por menor que seja, vou ao Lyceu, tal como vou também à PUC – especialmente ao prédio da antiga Faculdade de Filosofia e seus anexos.

A medalha do Lyceu
Em 2007, ganhei, ao lado de outros colegas da mesma época, uma medalha da Unidade Tijuca do Colégio Pedro II no seu Jubileu de Ouro (foi lá que cursei o Ginasial); ano passado, ganhei uma medalha com as iniciais JIL – Jovem Imortal Lyceano; na última segunda-feira, recebi um certificado do Curso de Mestrado da Pontifícia Universidade Católica de Goiás porque uma das mestrandas, Elisabeth Lemes, escolheu trabalhar minha poesia em sua dissertação.

É emoção de sobra! Em 2004, ao visitar a Escola Evangelina Duarte Batista (onde me preparei para o Exame de Admissão, em 1957), recebi homenagem dos alunos do professor Luiz Gilberto – mais conhecido como Luiz Poeta. Esta semana, pois, fechou-se um circuito importantíssimo para o bem-estar do meu umbigo... Demorei a perceber que, com isso, fechou-se o círculo: fui homenageado em todas as escolas onde estudei (ou, ao menos, naquelas em que concluí meus cursos, já que freqüentei também, sem conclusão, a UnB e a UFG).

Sorrindo, atrás de mim, a diretora profa. Sílvia

Bem: vaidade minha à parte, quero contar que, na quarta-feira, 30 de março, vesti uma surrada calça de brim cáqui e uma igualmente muito surrada camisa branca de algodão, mangas curtas, com o emblema da famosa águia no peito;  estava, pois, mais uma vez, vestido de estudante do colegial do Lyceu da década de 1960. Uma aluna olhou-me com ar de quem não gostou; concordei, aquele uniforme não é bonito... Ainda mais que a roupa já está velha e eu emagreci desde quando mandei fazer a réplica do meu velho uniforme.

O que fui fazer lá? Fazer uma das coisas de mais gosto: conversar. No caso, nem foi uma conversa, mas uma palestra – forma antidemocrática em que alguém, quase sempre mais velho ou, no caso, com um pouco mais de estudo e vida, conta coisas aos jovens. Palestrei para estudantes pré-vestibulandos; falei-lhes daquela fardinha colegial e prometi que farei outro, e em breve! Ao subir a escada, um aluno me perguntou:

– Vais nos falar sobre o quê?

– A vida – respondi-lhe.

– Ótimo – retrucou ele –, amo a vida!

Um aluno, o Pedro, antes que eu começasse a falar, executou ao violino a belíssima “Jesus, alegria dos homens”, de Johann Sebastian Bach. Liguei o computador e, com a inestimável participação do estudante Marcos (aluno do Santo Agostinho, mas filho da professora Klaudiane, do Lyceu) fiz rodar o PPT que ilustrou minha fala. Tratei de cidadania: família, vizinhos, a rua, a escola, a amizade, o amor e o respeito ao próximo, o nosso compromisso com o passado e o presente – o valor da pessoa, enfim).

Saí de lá com uma sensação de leveza por ter falado; uma espécie de alegria por pensar que ajudei. Mas ao entrar no carro senti o que de fato acontecera comigo… É que me vi entre estudantes interessados e belos (Ziraldo diz que, hoje, ninguém é feio nessa idade; concordo com ele). Conversamos ao final, li poemas, trocamos ideias e distribuí alguns livrinhos meus.

E descobri que quem de fato aprendeu algo fui eu.

* * *

Luiz de Aquino é escritor e jornalista.

terça-feira, 8 de março de 2011

O dia Internacional da mulher, mudou alguma coisa?

A lei existe, mas ainda há muita desinformação  sobre os direitos dessas mulheres. 


Como podem maltratar as mulheres?                                                                       
Elas párem, nos dão a vida, nos alimentam e, em suas naturezas, trazem a marca da proteção, da tolerância e do amor, que distribuem generosamente a quem amam, como podem?

Comportamentos desjustados em relação à mulher  tem um ranço das sociedades medievais, ela não tinha garantia religiosa e civil, era considerada incapaz de tomar qualquer decisão na política ou na sociedade em que vivia. Tinha que dedicar-se pra casa, criar filhos e orar. E o adultério era resolvido com a pena capital. Isso vê-se, ainda hoje,  em sociedades atrasadas, que tratam-na como incapaz e a escraviza, até  com torturas físicas e, adultérios,  com apedrejamento. Como pode, em pleno século XXI, isso ainda estar acontecendo?

Graças a Deus, aqui no Brasil,  em 07 de agosto de 2006 criaram a lei Maria da Penha,  que combate e pune agressores. Será que passados quase 5 anos, houve alguma mudança? 
Li algumas reportagens  antigas sobre o assunto (não é mais notícia?), mas o que tenho visto por aí, apesar de alguns avanços, são mulheres submetidas por seus "donos",  a estupros, surradas e mortas. Os agressores? Maridos, namorados, amantes, familiares e pasmem, até pais e irmãos! Pessoas, que não honram ser chamadas de seres humanos. 

A lei existe, mas ainda há muita desinformação sobre os direitos dessas mulheres. A crueldade e o preconceito ainda fazem parte de seus cotidianos, são vítimas de processos psicológicos, sexuais, patrimoniais, morais, e convivem com  o medo e a desesperança, deixando-se levar a cabresto, pela vida afora. 
 
Ontem ouvi um comentário na televisão de uma mulher indignada, que repudiava o "em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher",  claro que concordo plenamente com ela, não podemos silenciar, é preciso denunciar, esclarecer e divulgar mais,   o que a Lei Maria da Penha traz de benefícios para nossas mulheres e que pode fazer a diferença, devolver-lhes a dignidade perdida, e está aí pra ser cumprida.

Não dá pra fazer de conta, que não é comigo, não posso calar, é um  grito de solidariedade em favor de quem sofre uma das maiores injustiças que conheço de nosso tempo. Sem contar,  que me dói ver, meninas prostitutas espalhadas pelas esquinas, pequenas mulheres, mas que já vivenciam a torpeza do ser humano, ai que sociedade é essa que vivemos? 

To muito pessimista? Não. Com certeza, por outro lado, a mulher de hoje, está vivendo um bom momento, competindo quase de igual pra igual, no mercado de trabalho, muitas são independentes, chefes de família, bem comum atualmente, está curando-se da síndrome de cinderela, a que procura um príncipe encantado para viver e,  plena e respeitada vivencia todos os direitos dos homens. Temos até mulher Presidenta   da República! São grandes sinais que a coisa está mudando. Que mude! Que o brilho dessas mudanças apague de vez essa página de mulheres-vítimas de nossa história, que  cure esse vírus maldito da violência encrustrado nesses seres humanos.

Mulheres vocês tem saída!
- Não tenham dó ou  medo, acreditem na Lei, façam esforços, os agressores podem ser impedidos, até  de chegar perto e a reincidência é punida com  rigor, não caiam nessa,  que eles vão mudar, "não deixem pra amanhã, o que podem fazer hoje".Não deixem que isso vire vício. 

Deixo um poema pra vocês.

Ela
Soninha Porto

Lutadora.

Enfrenta o mundo
o desconhecido
sempre mãos estendidas

olho atento
coração aberto
força e coragem
muita imaginação

lança sementes
fertiliza vales 
colhe a lavra 
farta ou não

carrega a rosa única
rasgos de amor e dor
no ventre-imensidão.

Sofre
chora

dá pra ouvir seus ecos
é preciso prosseguir
mesmo em vão.

Inspiradora.

O que mais se quer
pra tudo ficar perfeito
é o sorriso desta mulher.

Soninha Porto

Um sábado de carnaval :: GOSTO DE LER ::

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